Quanto tempo passou até lhe dizer o meu nome? A discoteca era a mesma, os sofás pretos de cabedal e as paredes vermelhas alaranjadas serviam como cenário, a multidão era um simples acessório. «Digo-te o meu se me disseres o teu.» diz pela milésima vez. Não sei que implicação foi aquela, mas o mistério tornou-se um jogo, eu era a rapariga sem nome, e ele um desconhecido que cada vez mais se alojava sem convite no meu coração. Olhei-o nos olhos, e tive um vislumbre de algo que me fez tomar a iniciativa «Shadow», olhou-me surpreendido «Taylor» , «És inglês?» perguntei. Abanou a cabeça «Não, americano», fitei-o curiosa. Nessa noite contou-me a sua vida, falou-me dos seus sonhos, dos seu medos e eu expliquei-lhe a minha história, a minha família e as minhas aspirações. Acho que foi nessa noite que nos tornamos amigos, pelo menos foi aí que me comecei a apaixonar por ele.
bom texto.
ResponderEliminarr: obrigada :)
ResponderEliminarEscreves muito bem e estou a adorar a história que tens vindo a contar, a tua história.
ResponderEliminarGosto imenso do blog [já deves ter reparado pelo número de comentários que fiz de uma vez só.], mas é que gosto mesmo muito e tu pareces ser alguém que já passou por muito na vida. De certa forma, estou curiosa por te conhecer melhor, por isso continua com o bom trabalho no blog. Beijinhos ;)